2012

(2012, 2008)
Nota Cineclick
130616 Este filme estreou em: 13 de Novembro de 2009

A cultura maia previu que a Terra, como a gente conhece, terá um fim no ano de 2012. A teoria revela que o fim da Terra começa com o alinhamento planetário e uma inversão dos pólos do planeta, após um grande tsunami. Após isto, o caos instala-se e o nosso mundo começa a se tornar inabitável.



ONDE ASSISTIR  
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CRÍTICA  


FICHA TÉCNICA
Diretor: Roland Emmerich
Elenco: John Cusack, Chiwetel Ejiofor, Danny Glover, Thandie Newton, Oliver Platt, Amanda Peet, Tom McCarthy, Chin Han, Woody Harrelson.
Produção: Roland Emmerich, Larry J. Franco, Harald Kloser
Roteiro: Roland Emmerich, Harald Kloser
Fotografia: Dean Semler
Trilha Sonora: Harald Kloser, Thomas Wanker
Duração: 158 min.
Ano: 2008
País: EUA
Gênero: Ação
Cor: Colorido
Distribuidora: Não definida
Estúdio: Sony Pictures Entertainment / Centropolis Entertainment / Farewell Productions
Classificação: 12 anos
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ÚLTIMOS COMENTÁRIOS
cleiton tome - 23/11/2009 21:32
o filme em si e bom mas a atualidade de relacionamento intimo entre os dois e muito desatualizada para o que vivemos hoje , torno a falar o filme e bom,,,
vitor rodrigues - 23/11/2009 16:51
eu gostei muito desse filme nao pq vai acaba o mundo mais se agente conttinua a disperdissa o mundo pode acontecer,e é bom mostrar isso para as pessoas pq elas podem pensar e falar é isso vai aconter um dia porisso é ficar ligeiro...
andreia - 23/11/2009 16:22
nunca pensei tanta ação em filme só esta de parabens assisti no cinema em campinas parecia que eu esta ali no filme fiquei desesperada com a agua chegando e pouco tempo para eles resolver o problema comi minhas unhas todas maravilhosooooooooooo
SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR - 21/11/2009 12:48
A cinebiografia do diretor alemão, Roland Emmerich, aponta para o que iremos ver nas telonas com o seu mais recente trabalho, 2012: "SOLDADO UNIVERSAL (estrelando aqueles dois atores acima de qualquer suspeita, Dolph Lundgren e Jean-Claude Van Damme)", "10.000 A.C.", "INDEPENDENCE DAY" e "O DIA DEPOIS DE AMANHÃ". Os efeitos especiais são os principais "atores" dos seus filmes. Não é diferente em "2012". Com um gasto estimado de 258 milhões de dólares, o espectador mais experiente - eufemismo para mais velho - irá se deparar com os filmes-catástrofe que marcaram a década de 70 ("TERREMOTO", "INFERNO NA TORRE", etc). As gerações mais recentes - que já foram impregnadas pelos efeitos especiais - irão testemunhar um filme apocalíptico, que tenta ganhar o espectador ao definir como será o final de vida em nosso planeta, seguido de sua reorganização, através de efeitos especiais espetaculares. Imagino que nenhum espectador dotado do mínimo de inteligência vá assistir "2012" com a idéia de que assistirá algo inovador da linguagem cinematográfica. Muito pelo contrário, Emmerich aposta suas fichas no óbvio, no caminho certo do sucesso de bilheteria. O ano de 2012 é considerado pelo calendário Maia como o fim do mundo. Um cientista indiano e seu colega americano, Adrian Helmsley (Chiwetel Ejiofor), em 2007, concluem que a terra está por um fio. Quando essa informação chegou à cúpula do grupo dos oito países mais importantes do ponto de vista finaceiro e político do mundo, é decidida a construção de arcas para preservar a nossa espécie do extermínio. Os ingressos não serão distribuídos graciosamente. Apenas aqueles que dispõem de 1 milhão de dólares é que podem embarcar na versão capitalista da arca de Noé. O fio central da trama recai sobre Jackson Curtis (John Cusack), escritor, divorciado, pai de duas crianças, que será o herói que conseguirá vencer todos os obstáculos até chegar na China e conseguir uma vaguinha, na raça, na arca. O presidente dos EUA interpretado por Danny Glover - em homenagem à Barack Obama, por ser um presidente negro - abdica de se salvar. Decide ficar junto do seu povo, tal qual um almirante que afunda com o seu navio. A participação brasileira, ao contrário do que pode imaginar aqueles que vêem os cartazes de "2012", se reduz à queda do Cristo Redentor e algumas reportagens na tevê. Enfim, dá-lhe pipoca, coca-cola e diversão sem compromisso intelectual algum.