Especial Oscar 2004
  
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Atriz Coadjuvante

Durante oito anos, houve dois prêmios para interpretação: Melhor Ator e Melhor Atriz. Foi somente em 1936 que a Academia criou duas categorias adicionais de interpretação: Melhor Ator Coadjuvante e Melhor Atriz Coadjuvante. Essa decisão da Academia pediu, é claro, novas regras para esclarecer a distinção entre os papéis principais e os dos coadjuvantes. No início, a Academia solicitou aos estúdios que designassem os papéis principais e coadjuvantes em sua lista anual de recomendados, o que acabou dando aos estúdios muito poder. Por exemplo, em 1942, a atriz Agnes Moorehead foi indicada por um papel coadjuvante no filme Soberba, de Orson Welles, porque o estúdio RKO não acreditava que ela tinha chance de ganhar o prêmio principal. Depois, a própria Academia criou suas regras para a distinção, que foram sendo alteradas durantes os anos.


Agnes Moorehead


Galé Sondergaad

Catherine Zeta-Jones

A confusão só começou a ser desfeita em 1964, quando a Academia alterou o regulamento e decidiu que a determinação quanto a um papel ser principal ou coadjuvante seria feita individualmente pelos membros do setor de interpretação. Mas ainda assim, os critérios utilizados para distinguir entre os papéis principais e os dos coadjuvantes estão longe de ser claros e a confusão prevalece.

O primeira atriz a ganhar um Oscar de coadjuvante foi Galé Sondergaad, por sua interpretação no filme Adversidade (1936). A última foi Catherine Zeta-Jones, em 2003, por Chicago.

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